EDITORIAL: QUEM SOU EU, POLITICAMENTE?

by - maio 08, 2022


Semana passada eu ouvi a afirmação de uma personalidade politica de Santa Cruz de que eu precisava deixar claro quem eu era politicamente. Não respondi por que achei desnecessário na ocasião, mas vejamos: Já fui chamado de Taboquinha também e acho incrível que nestes 30 anos de imprensa poucos conseguiram fazer uma leitura sobre minha postura politica. Politicamente não sou partidário desde o final da campanha de Aragãozinho em 1992, não faço militância desde essa época.

Também já tive minha imagem atrelada a de José Augusto Maia durante muito tempo e sofri com minha imagem, já que fui um dos locutores de campanha. Mesmo não trabalhando a campanha para a eleição de Dida de Nam, muito menos participando das manifestações politicas, sou taxado por alguns como Boca Preta. Votei em Dida de Nam, mas não prestei serviços profissionais na campanha.  

Atualmente conduzo este blog e um programa na Vale FM, onde a democracia prevalece e todos têm oportunidade de comunicar sobre politica. Seja azul, verde ou vermelho, meu espaço sempre foi aberto.

Recentemente tenho reconhecido as ações positivas do governo Fábio Aragão, depois de diversas críticas feitas no primeiro ano do seu governo. Esse reconhecimento das coisas boas que estão acontecendo, também gerou criticas a minha postura.  

Então, sempre receberei pedradas de todos os grupos. Isso não me incomoda, pois cumpro minha missão jornalística com a cabeça erguida, e continuo sendo um dos principais nomes da imprensa local, sobretudo, da imprensa politica, fato comprovado na credibilidade que tenho em todo estado de Pernambuco.

Como estudioso da história política local, faz tempo que sei que os grupos políticos tradicionais são frutos da mesma árvore, e que se trata de uma paixão política às vezes sem limites.

Quero o melhor para a cidade que nasci e torço para que cada gestor que assuma o município faça o melhor possível. Não funciono e não aceito pressões, venha de quem vier.

Então eu sou Marcondes Moreno para os “Bons entendedores”.

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